domingo, 18 de dezembro de 2011

Mudança sustentável: empresa canadense aluga caixas de plástico

Serviço atende cidades dos EUA e Canadá e ganhou prêmio de Melhor Negócio Verde 2011 pela Small Business BC


Mudar de casa é um processo exaustivo de empacotar coisas que precisa de muitas e muitas caixas. O empreendedor canadense Doug Burgoyne, preocupadao com o meio ambiente e pensando justamente na enorme quantidade de caixas de papelão que são usadas na mudança e depois, descartadas, teve uma ideia que tem feito sucesso: ele abriu a empresa Frogbox, que aluga caixas de plástico reutilizáveis como alternativa às velhas caixas de papelão, para serem usadas em mudanças.
O serviço é simples: a pessoa interessada não precisa procurar uma loja Frogbox, pois a empresa entrega em domicílio e o pedido pode ser feito on-line. A empresa, então, leva as caixas e volta para retirá-las no endereço informado pelo cliente. De acordo com a Frogbox, só depois de muito utilizadas as caixas de plástico são recicladas. Para reduzir seu impacto com o transporte, a empresa utiliza biodiesel como combustível para seus caminhões.
A ideia rendeu à empresa o prêmio de Melhor Negócio Verde 2011 pela Small Business BC. A Frogbox doa parte do dinheiro para instituições ambientais, sendo que um por certo da receita é destinado à restauração do habitat de espécies de sapo do Pacífico, em especial o sapo Oregon, que está desaparecendo.
O serviço atende diversas cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Enquanto não aparece nenhuma franquia similar à Frogbox aqui pelo Brasil, uma forma de diminuir o impacto da mudança no meio ambiente é reutilizar caixas de papelão que são descartadas pelas empresas. Recorra a amigos, familiares, lojas, comércios e supermercados e reaproveite o máximo que puder.

Fonte: Imovelweb





Vermelho-alaranjado é a cor de 2012

Autoridade internacional da cor anunciou Tangerine Tango, um tom vivaz e atraente, como a cor de 2012.


A Pantone, autoridade internacional da cor anunciou Tangerine Tango, um tom vivaz e atraente, como a cor de 2012. "Sofisticado, mas ao mesmo tempo dramático e sedutor, Tangerine Tango é um laranja com muita profundidade", disse Leatrice Eiseman, diretora executiva do Pantone Color Institute. "Evocando as sombras radiantes de um por do sol, Tangerine Tango combina a vivacidade e a adrenalina do vermelho com a simpatia e o calor do amarelo, para formar uma cor magnética que emana calor e energia".
 
Ao longo dos últimos anos, o laranja tem crescido em popularidade e aceitação entre designers e consumidores. A cor está sendo usada na coleção de primavera de marcas como Tommy Hilfiger, Nanette Lepore, Cynthia Steffe por Shaun Kearney, Elie Tahari e Vittadini Adrienne, indicando que o tom tradicionalmente outonal deverá mesmo virar moda.
 
Até nas maquiagens e cosméticos o laranja começa a aparecer: uma cor de sombra inesperada no olho, Tangerine Tango é um oposto complementar que prepara olhos azuis ou verdes. Quando emparelhado com olhos castanhos, ela traz um elenco de âmbar.
 
Tangerine Tango na decoração de interiores
 
Nos ambientes da casa o vermelho-alaranjado vem energizar os espaços. Almofadas, colchas e acessórios de mesa nesta tonalidade de alto impacto adicionam vida a todo ambiente. Uma dica é pintar uma parede da cozinha, hall de entrada ou corredor com o tom para trazer dinamismo e energia para casa. Ou ainda, adotar a cor em aparelhos eletrônicos e pessoais.
 
Fonte: Imovelweb
 


Sete dicas pra economizar tempo e dinheiro na mudança

Exausto só de pensar em tudo que precisa ser organizado e embalado para a mudança? Veja as dicas e comece já.


Encontrou a casa que você queria e está de mudança marcada? Não comece a empacotar sem antes conferir as dicas que vão fazer você economizar tempo e dinheiro:
 
1- Organize o tempo: Comece a organizar e empacotar pelo menos um mês antes do dia da mudança. Comece com coisas que você não usa diariamente: casacos pesados, livros, CD’s e outraos itens que você pode viver sem por algumas semanas. Comece devagar e dedique uma ou duas horas todos os dias para empacotar. O passo mais importante é escolher as coisas que serão empacotadas primeiro.
 
2- Recicle, doe e jogue fora: Antes de começar a empacotar as coisas para a mudança, você precisa se livrar do que não quer mais. Aproveite o processo para separar coisas que podem ser doadas e coisas que podem ser jogadas fora, recicláveis e não recicláveis, separando-as em caixas, sacolas e sacos apropriados. Um bom exemplo são roupas que você não usa há pelo menos dois anos e que ocupam o lugar de possíveis roupas novas. Isso se aplica a livros, brinquedos e objetos de decoração. 
 
3- Limpe a geladeira: Alimentos e vitaminas não são como bom vinho: eles não ficam melhores com o tempo. Então vá até sua despensa, armário de remédios e vitaminas e jogue fora tudo que estiver vencido.
 
4- A caixa do “talvez”: Às vezes é difícil se desfazer de algumas coisas. Se você se sentir em dúvida em relação a algo, coloque-o na caixa do “talvez”. Depois de alguns dias, cheque a caixa novamente. É provável que as ideias fiquem mais claras e você consiga tomar uma decisão segura.
 
5- Utilize embalagens e malas que você já possui: Dê uma olhada em sua casa - é muito provável que você tenha recipientes plásticos, malas e sacolas que podem ser usados para empacotar as coisas na mudança. Só não se esqueça de limpá-los antes, caso estejam guardados há muito tempo.
 
6- Proteja os objetos frágeis com toalhas: Ao invés de empacotar as toalhas em uma caixa grande, use-as para forrar as caixas em que você irá colocar louças ou quaisquer outros objetos frágeis. Coloque outra toalha por cima e feche a caixa. 
 
7- Etiquete tudo: Coloque etiquetas na lateral das caixas e não em cima. Dessa forma, você poderá saber o que tem dentro de cada uma, mesmo quando elas estiverem empilhadas. Utilizar cores diferentes e escrever o nome do ambiente ao qual os itens dentro da caixa pertencem (ex.: talheres-cozinha) também irá ajudar na hora de colocar tudo no lugar na casa nova. 
 
Fonte: Imovelweb
 


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Banco Mundial avalia projetos do Pará Rural

Foi positivo o saldo das avaliações feitas pelo Banco Mundial sobre os Projetos de Investimento Produtivos do Núcleo de Gerenciamento Pará Rural. Chamados de Componente “A”, os projetos de investimento na agricultura familiar estão presentes em 30 municípios do Estado beneficiando mais de duas mil famílias diretamente e foram avaliados durante a última semana por membros do Bird.
Com o avanço do programa desde maio, quando aconteceu a última visita da comitiva de avaliação do Banco Mundial, investidor do Programa, o Pará Rural atingiu o quantitativo de 82 propostas, perfazendo um valor total estimado de R$ 42,8 milhões, em fases de elaboração, aprovação e execução. Somente este ano, além dos 43 PIP’s aprovados, incluindo os 14 Pilotos, 10 PIP’s foram deferidos pelo comitê gestor, com investimentos de R$ 7.658.028,00, beneficiando 984 famílias. Em dezembro haverá mais uma reunião do comitê para avaliação de novos projetos de investimento, aumentando o leque de atendimento à agricultura familiar.
Entre os destaques das ações do programa há a utilização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como elemento indispensável no processo de aquisição de licenças ambientais e condicionante para a realização do contrato de empréstimo com o Banpará. A missão observou com satisfação o PIP no município de Igarapé-Açu, que atende 60 famílias nas atividades de horticultura, avicultura e Sistemas Agroflorestais. No município, o Projeto de Desenvolvimento Municipal é um instrumento efetivo de formação de parcerias entre instituições municipais e estaduais, além de associações de produtores e sindicatos em torno da agricultura familiar e seu fortalecimento.
Segundo Sidney Rosa, secretário especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, a Sedip considera reforçar a parceira com a Emater para a execução do Projeto, a fim de complementar as outras formas de assistência técnica já usadas pelo Pará Rural em todos os municípios do Pará. (Ag. Pará)

Lei da taxa mineral é aprovada por unanimidade na AL

O Projeto de Lei Ordinária 215/ 2011, que cria a Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) e o Cadastro Estadual de Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (CFRM), foi aprovado com unanimidade na tarde desta terça-feira (13) na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

Foram sugeridas quatro emendas ao projeto, das quais apenas uma, de autoria do deputado estadual Edmilson Rodrigues (Psol), foi rejeitada. As demais, que haviam sido sugeridas pelo relator Raimundo Santos (PR), ainda nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Finanças (CF), foram aprovadas. Uma delas pede a exclusão do projeto de taxa sobre atividade ambiental e recursos naturais, pois segundo o deputado “já existe uma taxa e seria sobreposição de taxas”.

Outra emenda aprovada permite que o tributo seja cobrado no exercício seguinte à aprovação da lei e que as taxas sejam cobradas após 90 dias da publicação no Diário Oficial. A terceira emenda favorável ao projeto fez referência à isenção de taxa para algumas empresas. O projeto original previa que apenas as microempresas fossem isentas da taxa e isso significava uma margem de R$ 340 mil de faturamento bruto anual.

“Consideramos esse universo muito restrito, então propusemos a ampliação da taxa de isenção para R$ 3,6 milhões. Isto permite que resguardemos as empresas de pequeno porte que exploram, por exemplo, calcário e seixo, minérios importantes para a construção civil”, frisou o deputado estadual Carlos Bordalo, líder do PT na Alepa.

Mesmo sofrendo intervenção da oposição, o Artigo 6º (em que se lê que o Poder Executivo poderá reduzir o valor da TFRM) foi aprovado com louvor pelos deputados. Segundo o líder do Governo na Casa, Márcio Miranda, o artigo permite que o Executivo tenha flexibilidade de reduzir as taxas de produtos minerais que porventura venham a ser desvalorizados no mercado internacional, evitando assim a falência destas empresas.

Contribuições

Em sua maioria as emendas sugeridas aperfeiçoaram a redação do Projeto de Lei. Segundo o deputado Carlos Bordalo, a oposição foi “vigilante, atenta, mesmo sabendo que não haveria falha por parte do governo”. Ele disse ainda que a conversa da bancada do PT com o governador Simão Jatene, em reunião na segunda-feira (12), foi uma “agenda de Estado e não de governo”.

Referindo-se ao Artigo 23 da Constituição Federal, que permite a competência comum entre a União, Estados e Municípios sobre o registro, acompanhamento e fiscalização às concessões de direito de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios, o deputado Edmilson Rodrigues reconheceu a importância da lei para o Estado e afirmou que o Psol não tem nenhuma dúvida sobre sua constitucionalidade.

O projeto deverá ser encaminhado ao governador ainda esta semana, e o chefe do Executivo terá até 15 dias para publicá-lo no Diário Oficial do Estado. A partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, a lei deve entrar em vigor. A previsão é que nos primeiros três meses seja feito apenas o cadastramento das empresas. Como especificado no texto do projeto, após 90 dias as taxas começarão a ser cobradas. A Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração do Estado do Pará (Seicom) receberá poder para fiscalizar estas atividades. (Fonte: Agência Pará)

Fonte: Jornal Correio do Tocantins

Marabá: Duplicação causará mudança no trânsito

Hoje, quinta-feira (15) e amanhã, sexta-feira (16), das 8h30 até o meio-dia, uma faixa da pista que dá acesso do Núcleo Cidade Nova aos demais núcleos da cidade será interditada, para que funcionários da Semma (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) e da Sevop (Secretaria Municipal de Viação e Obras Públicas) possam trabalhar no remanejamento da rede de iluminação pública e no corte do bambuzal.
No dia 17, sábado, das 14 às 17 horas, a pista que dá acesso ao Núcleo Cidade Nova será interditada, tendo seu trânsito desviado, para que a Rede Celpa possa fazer o alteamento da rede de energia elétrica para maior acessibilidade na Rodovia Transamazônica, onde está havendo a obra de duplicação.
Para que os transtornos sejam minimizados os motoristas serão orientados por agentes do DMTU durante os três dias.
DnitProcurado esta semana para falar acerca dos trabalhos de duplicação, Enilson Rocha, analista do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), disse que considera a obra concluída em 91%. "Embora o convênio entre o Ministério dos Transportes e a Prefeitura de Marabá expire só em junho de 2012, creio que a prefeitura está fazendo todo o possível para entregar tudo antes desse prazo", afirma ele.
Segundo Enilson, com a conclusão da parte rodante, que está chegando ao seu final, os próximos passos serão a construção dos meios-fios, plantação de grama nos taludes e sinalização.
Indagado sobre o estado em que ficam as pistas à altura dos viadutos quando chove, tomadas pela lama, Enilson disse que essa situação não deve causar preocupação porque é passageira. "Todos os tipos de proteção para a pista estão dentro do projeto. Com a plantação de grama, a terra vai deixar de escorrer por ocasião das chuvas e esse problema deixa de existir. Além disso, não esperávamos essas chuvas agora, fomos pegos de surpresa", explica Rocha. (Da Redação)

Fonte: Jornal Correio do Tocantins

Marabá e Parauapebas são destaques no PIB

Em 2009, os 10 municípios com maiores contribuições na formação do Valor Adicionado (VA) no Produto Interno Bruto (PIB) do Pará foram: Belém (28,30%), Parauapebas (9,62%), Barcarena (5,63%), Ananindeua (5,55%), Marabá (5,24%), Tucuruí (3,72%), Santarém (3,02%), Castanhal (2,08%), Paragominas (1,50%) e Canaã dos Carajás (1,46%). A participação desses municípios foi de 66,13%, menor que a de 2008 (68,4%).
Esses são os resultados divulgados na manhã desta quarta-feira, 14, pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB do Pará, divulgado no último dia 23 de novembro, referente a 2009, foi de R$ 58,402 bilhões e apresentou taxa negativa em volume (-3,2%) se comparada ao ano anterior. O Setor de Serviços foi a base da economia, predominante em 132 ou 92,3% do total dos municípios paraenses. A Indústria prevaleceu em 6 ou 4,2% e a Agropecuária, em 5 ou 3,5% dos municípios.
No setor de serviços as maiores participações foram dos municípios de Belém (36,8%), Ananindeua (6,73%), Marabá (5,24%), Santarém (3,79%), Parauapebas (3,63%), Barcarena (2,70%), Castanhal (2,51%), Paragominas (1,31%), Altamira (1,29%) e Tucuruí (1,25%). O VA de Serviços no Estado foi de R$ 33, 291 bilhões, ante R$ 29,886 bilhões do ano anterior, com variação nominal de 11,4%. Sua participação aumentou de 56,6%, em 2008, para 63,5%, em 2009, a maior registrada desde 2002. Do VA do setor, em 2009, 72% advêm de três atividades: administração pública (R$ 10.783 milhões); comércio e manutenção (R$ 7.376 milhões); e atividades imobiliárias e aluguéis (R$ 5.724 milhões).
No setor da Indústria, os municípios que mais se destacaram foram Parauapebas (27,51%), Belém (13,11%), Tucuruí (10,97%), Barcarena (10,80%), Marabá (5,11%), Canaã dos Carajás (3,93%), Ananindeua (3,85%), Oriximiná (2,11%), Paragominas (1,74%) e Benevides (1,55%). O VA do setor industrial paraense foi de R$ 15,313 bilhões em 2009, inferior ao obtido em 2008 de R$ 19,155 bilhões. A participação do setor no total do PIB do Pará foi de 29,2% ante 36,3% de 2008, gerando redução de 7,1 pontos percentuais. O desempenho negativo foi influenciado pela queda na Indústria extrativa (-12,6%), seguida da Indústria de transformação (-8,7%) e da Construção Civil (-3,4%). O único destaque positivo do setor foi a Produção e Distribuição de Eletricidade com crescimento de 6,1%.
Na Agropecuária, as maiores participações foram de São Félix do Xingu (4,50%), Santarém (3,39%), Paragominas (3,11%), Acará (2,62%), Floresta do Araguaia (1,81%), Rondon do Pará (1,71%), Monte Alegre (1,65%), Itupiranga (1,58%), Óbidos (1,55%) e Altamira (1,54%). O Valor Adicionado do setor agropecuário foi de R$ 3,862 bilhões contribuindo com 7,4% no VA estadual, e apresentou queda na produção de -3,6%. Essa queda ocorreu devido às reduções na produção dos seguintes produtos: feijão, milho, abacaxi, mandioca, banana, pimenta-do-reino e madeira em tora.
Em relação ao PIB per capita, os maiores resultados foram de Parauapebas (R$ 36.772); Barcarena (R$ 35.513); Canaã dos Carajás (R$ 30.821); Tucuruí (R$ 22.603) e Marabá (R$ 15.065). Todos acima da média do Estado (R$ 7.859). Estes municípios se destacam por suas indústrias minerais na extração de cobre, ferro e bauxita, e indústria de transformação, com produção de alumínio e alumina, além da Hidrelétrica de Tucuruí.
Das doze Regiões de Integração existentes no Estado, as três que obtiveram maiores participações no PIB 2009 foram: Metropolitana 35,73% tendo como destaque os municípios de Belém e Ananindeua; Carajás com 17,54% ressaltam-se os municípios de Parauapebas e Marabá; e Tocantins com 9,26% sobressaindo-se o município de Barcarena.
Inserida no setor Serviços, a Administração Pública contribuiu com 20,6% no PIB do Estado em 2009. Os resultados ainda revelam que quatro municípios paraenses (Jacareacanga, Curralinho, Bagre e Faro) são os mais dependentes dessa atividade, considerando que mais da metade do Valor Adicionado dessas localidades ocorreu em função do poder público. No total, em 2009, foram vinte e quatro municípios nessa condição contra quatorze em 2008. A íntegra do boletim já está disponível no site: www.idesp.pa.gov.br

Fonte: Jornal Correio do Tocantins
 
 

David Leal assume a Secretaria de Industria e Mineração

Um dia após a aprovação unânime na Assembleia Legislativa do projeto de lei que cria a taxa e o cadastro estadual de controle, acompanhamento e fiscalização das atividades de pesquisa, lavra, exploração e aproveitamento de recursos minerários (TFRM e CFRM), é nomeado para assumir a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) o administrador de empresas David Leal.
Com pós-graduação em marketing, David Leal já foi secretário adjunto na extinta Secretaria de Projetos Estratégicos e assessor de Sidney Rosa na Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção. Também foi gerente regional da Vale durante 20 anos e coordenador do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) do Pará, como assessor especial da presidência da Federação das Indústrias (Fiepa).
Com a nomeação no Diário Oficial do Estado, nesta quarta-feira (14), David Leal assume a frente da secretaria que terá, dentre outras, a missão de fiscalizar a aplicação da nova taxa e cadastro minerais aprovados na AL. Em sua primeira entrevista como secretário, concedida à Agência Pará de Notícias, ele comenta sobre seus planos de atuação da instituição para o setor mineral.
- Qual o primeiro passo a partir de sua nomeação para assumir a Seicom?Formar nossa equipe técnica, pois o desafio é muito grande. Nossa missão é árdua, então devemos ter um grupo de trabalho que responda tecnicamente e que respalde nossas ações, que são muito complexas, porém viáveis. Estou muito confiante, pois as pessoas que estou contatando são profissionais de alto nível técnico. Prezo muito pelo trabalho em equipe para que possamos alcançar nossos objetivos.
- A mineração é um dos temas mais debatidos atualmente e um dos mais importantes para o Estado. Como o senhor pretende atuar neste cenário?
Pretendemos estabelecer uma relação amigável e correta entre o governo e as empresas mineradoras. Temos um fato novo, que é a nova taxa em cima da mineração, aceita com unanimidade, e que o governador Jatene vai sancionar nos próximos dias. Ela será válida a partir de janeiro. A Seicom vai desempenhar o papel de auditoria no controle e fiscalização. Acredito que haverá uma compreensão por parte das mineradoras, depois desse primeiro momento, pois constitucionalmente a lei é viável. Vejo que ainda vai haver muito diálogo entre governo e empresas dentro desse tema, mas o Pará vai buscar o equilíbrio nessas negociações, defendendo os interesses do Estado e do povo paraense.
- Sobre a aprovação da lei, o que o senhor tem a dizer?
Tenho certeza que a aplicação desta taxa vai nos proporcionar um valor expressivo de recursos que poderá ser aplicado nas áreas que mais necessitam de investimento no Estado, que são saúde, educação e segurança, visando melhorar a qualidade de vida da população, principalmente do interior.
A Seicom já nasce com um planejamento estratégico e apostando na inovação.
Estamos fazendo um planejamento estratégico para os próximos anos, que será fechado até janeiro. Definiremos nossa missão, metas e objetivos, assim como nossos indicadores. Teremos também nossa equipe das diretorias definida nesse mesmo prazo para começar a validar as ações. No que diz respeito à inovação, queremos ter um relacionamento muito próximo com as outras secretarias, principalmente com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação(Secti). Precisaremos também de um ótimo relacionamento com as pastas de Meio Ambiente, da Fazenda, de Planejamento... Com algumas, que considero estratégicas, devemos manter um relacionamento muito estreito, pois em alguns casos vamos depender muito do apoio delas nas nossas ações. É importante essa sinergia entre todas as secretarias do governo para o desenvolvimento do nosso trabalho.
- Em síntese, qual a importância da Seicom para o Estado?
É um desafio muito grande. A missão principal é diminuir a pobreza e a desigualdade no Estado. Estou muito confiante que é possível e que a Seicom será grande colaboradora para que o Governo do Pará alcance este objetivo. Se conseguirmos avançar nesse sentido, será um passo enorme para retirar a população da linha de pobreza e mudar o cenário do Estado. (Ag. Pará)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Problemas com trincas? Saiba como resolver e evitar

Novo ou usado, imóvel pode apresentar trincas nas paredes, sinal que leva a pensar em estrutura comprometida.


As trincas são mais perigosas do que pode sugerir uma análise superficial. Essa ruptura nas paredes pode afetar a segurança dos itens que compõem a estrutura da casa ou apartamento. Em alguns casos, trincas surgem até mesmo em construções novas.
No caso de edificações recém-construídas, as trincas podem surgir em decorrência da pavimentação da estrutura. “Essa ruptura (trinca) se apresenta por causa do encontro de materiais com diferentes coeficientes de dilatação como, por exemplo, encontro de alvenaria de tijolo cerâmico com estrutura de concreto”, explica o engenheiro da Construtora Carrara, Rodrigo Castro, acrescentando que o excesso de sol, chuva e tráfego intenso de veículos pesados na rua também podem ocasionar trincas, com o passar do tempo.

Ao acompanhar a obra do imóvel adquirido, é importante certificar-se dos procedimentos técnicos de construção e tirar qualquer dúvida com a construtora. Algumas dicas de Castro: “No processo da construção existem algumas medidas preventivas, tais como utilização de ferro cabelo (ou barra de aço de espera), telas para reforço de determinados locais, execução de juntas de movimentação e dilatação”, ensina. No entanto, o profissional alerta: “Ainda assim, é provável o aparecimento de trincas”.
O que fazer, quando as trincas já são uma realidade?
Se as trincas forem pequenas e não estruturais, o conserto é relativamente simples:
1- Abra a trinca 2 cm para cada lado e aproximadamente 1 cm de profundidade;
2- Cole ou grampeie uma telinha de nylon (ou similar);
3- Prepare uma argamassa com cimento, cal e areia na proporção 1:2:8;
4- Adicione cola branca à água na proporção de 1:3 (cola:água);
5- Preencha a trinca aberta com a mistura e faça o acabamento.
Contudo, se a ruptura alongar por toda a parede é hora de recorrer a um profissional gabaritado. “É aconselhável a consulta a um engenheiro especialista, pois as trincas podem ter causas estruturais, e comprometer a solidez da construção”, adverte Sandra Diniz
 
Fonte: Imovelweb

Vai chover! Inspecione a casa e evite transtornos

É indispensável rever consertos emergenciais e inspecionar telhados e demais pontos sujeitos a infiltrações.


Todo ano, a situação se repete: chega a temporada das chuvas, as infiltrações e vazamentos aparecem, e consertos emergenciais são feitos, com a séria intenção de resolver em definitivo quando abril chegar. Mas, passado o aguaceiro, o problema cai no esquecimento. Só nos lembramos quando as chuvas retornam e percebemos que está vencido o prazo de validade do conserto emergencial.

Embora já tenha passado o período recomendado para consertos do gênero - abril a setembro, quando as chuvas são escassas e não interferem com o trabalho, ainda é possível prevenir transtornos para a família, além da deterioração do imóvel.

Para uma casa que não passa por manutenção, é de dez anos a média de tempo para esses tipos de problemas surgirem. Ideal, mesmo, é a manutenção periódica, pois prevenir custa infinitamente menos do que remediar, conforme alerta Vicente Parisotto Jr., gerente técnico da Mactra – empresa especializada em soluções para a construção civil.

O especialista recomenda fazer uma inspeção e, se forem encontrados problemas, resolvê-los imediatamente, antes que os temporais impeçam. As recomendações:

Fazer uma revisão no telhado. Verificar se há telhas quebradas, trincadas ou fora do lugar.

Limpar as calhas e os rufos.

Impermeabilizar lajes de cobertura e terraços expostos à ação das chuvas.

Para casas ou apartamentos no andar térreo: verificar se há infiltração vinda do solo. O gerente técnico da Mactra recomenda fazer drenagem ou captação de água por fora da casa, rente às paredes, e só depois, a impermeabilização.

Limpar os ralos.

Vedar portas e janelas com material apropriado.

Verificar os revestimentos de fachada, para evitar infiltrações e descolamento dos materiais.

Desobstruir o sistema de coleta e escoamento da água da chuva.

Colocar grades sobre as entradas do sistema de escoamento da água para evitar que folhas ou lixo sejam levados para o interior da tubulação, causando entupimentos.

Manter limpo e desimpedido o caminho das águas.

Ao verificar que a boca de lobo da rua está obstruída, comunicar o fato às autoridades responsáveis.


Fonte: Imovelweb

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