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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Quanto economizar para comprar a minha casa?

Valor depende muito da necessidade e do sonho de quem irá comprar; R$1,2 mil reais pode ser suficiente

Quem nunca quis ouvir a solução desse “problema”, não é verdade? A resposta exata para quem precisa comprar um imóvel pode estar aqui, tudo vai depender de você, da sua capacidade de economizar e, é claro, do seu poderio financeiro. Juntar dinheiro não é a tarefa mais simples do mundo, por incrível que pareça. É claro que fazer aquela reservinha parece ser algo fácil e corriqueiro, mas sempre há imprevistos que podem atrapalhar.


Mas, para não fugir muito do tema e exemplificar, de fato, a sua dúvida, vamos falar o quanto é necessário juntar para comprar a sua casa: depende. Como assim, depende?

Oras, a resposta é essa, afinal, não há como responder algo tão amplo e que pode englobar vários pontos. Mas, fique tranquilo que esse texto aqui ainda vai te ajudar.


Para tentar atingir um público mais amplo, vamos fazer um caso de quem tem o sonho de adquirir uma casa ou um apartamento de R$ 300 mil reais. A conta, em tese, é simples. Se você tem a capacidade financeira de juntar R$ 1,2 mil reais por mês, em 60 meses você terá 100, considerando que o investimento foi feito em uma caderneta simples de poupança. Mas, se você quiser ir além, permaneça com esse investimento por mais 30 meses, de modo a conseguir metade do valor do imóvel, o que lhe possibilitaria uma entrada e tanto.

Pensando e fazendo contas desse modo, conseguimos comprovar que, juntando um pouco mais que um salário mínimo por mês é possível realizar o sonho da casa própria. Mas, também há de se levar em conta que existem dificuldades e muitas pessoas ganham somente um salário mínimo.


Mas, se podemos afirmar uma quantia ideal, talvez essa possa ser a mínima considerada. Pensando que com R$ 1,2 mil por mês você consegue realizar, pelo menos, boa parte da entrada da sua casa, um esforço faz valer a pena.

Comprar o imóvel é sim, um sonho complicado de realizar, mas com determinação, um pouco de vontade e oportunidades certas, tudo pode ser realizado.

Se você almeja comprar imóveis mais caros, com maior valor, basta usar a mesma conta, considerando uma rentabilidade aproximada de 1% ao mês.

Fonte: IMOVELWEB

Saiba quanto custa vender e alugar a vaga na garagem

Código Civil permite comercialização da vaga, mas prática deve ser regulada pela Assembléia Condominial


Com a grande quantidade de automóveis em circulação nas cidades, a vaga na garagem se tornou item indispensável nos imóveis. Causadora de conflitos entre os moradores de um prédio, uma boa vaga pode valorizar o imóvel, assim como uma ruim pode ser determinante para que o interessado desista do apartamento.

O Código Civil permite aluguel e venda da vaga, prática bastante usada pelos moradores e que deve ser regulada pela Assembléia Condominial.

Venda – A venda só é possível se a vaga estiver em escritura diferenciada do imóvel. De acordo com a gerente geral da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, o valor da vaga chega a 15% do preço do apartamento, sendo o valor médio de 10%. “Se o imóvel é de R$300 mil, a garagem vale R$30 mil”. O valor é equivalente ao de outro carro, sendo assim, o interessado precisa analisar para ver se não compensa trocar de apartamento, ao invés de adquirir a vaga.

A gerente geral disse, ainda, que existem casos em que a vaga está detalhada na escritura do imóvel e, em outros, ela está à parte. Na primeira situação, a área da vaga é contabilizada para pagamento de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbana) junto com o imóvel e, na segunda, separadamente. Por isso, antes de adquirir uma outra vaga, pense também na documentação e nos encargos incidentes.

Aluguel – Normalmente, o interesse para a locação parte de pessoas do próprio edifício e existem várias maneiras de pagar o aluguel. Quem coloca a vaga à disposição pode cobrar o preço de um estacionamento comum. “Se o valor é de R 200 na região, a pessoa pede esse preço”, explica Roseli. Mas o morador ainda pode pedir para o interessado pagar o condomínio, dependendo dos valores.

Outras pessoas pedem uma determinada porcentagem do valor do imóvel. Em todos os casos, para não criar conflitos com a vizinhança, o mais importante é manter um contrato e pedir recibo que comprove o pagamento do aluguel.

Convivência – Já que a vaga na garagem pode ser motivo de brigas nos prédios, o melhor é ficar atento no momento de alugá-la, vendê-la ou apenas escolhê-la. Veja abaixo algumas orientações dadas por Roseli:

- Conheça bem o regulamento do prédio, principalmente com relação à questão vaga na garagem;

- Em alguns prédios, há sorteios de vagas. Muitas vezes, quem atrasou o condomínio um dia não participa, então, fique atento às regras;

- Na hora de comprar ou alugar, conheça a vaga para ver se comporta seu carro. Sempre estacione com atenção, para não atrapalhar a manobra dos vizinhos;

- Pense na estrutura familiar, ou se comprou o imóvel e terá condições de adquirir uma nova vaga, porque planeja dar um carro de presente para o filho.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Os dez mandamentos para a compra de um imóvel

Com um método simples de pontuação baseada em 10 ítens, compare os imóveis e faça a melhor escolha.


Encontrar o imóvel ideal exige dedicação. Com tantos lançamentos, as opções disponíveis no mercado, entre novos e usados, são muitas, mas encontrar aquele que se encaixa perfeitamente no orçamento e nas necessidades da família é tarefa que demanda empenho. Para começar a procurar, o primeiro passo é delimitar a região de interesse e o preço. A partir daí, 10 mandamentos te ajudarão a comparar os imóveis e fazer a melhor escolha:
1- Estado de conservação: verifique se existem, trincas no piso ou na parede; manchas de umidade indicando possibilidade de vazamentos; peças ou partes que apresentam possibilidade de se soltar (azulejos e pisos, por exemplo). Se for possível ver o telhado, verifique se faltam telhas ou se estão rachadas, se as calhas apresentam furos ou se estão enferrujadas.
2- Idade do imóvel: com a idade, o imóvel passa a apresentar problemas e necessitar de manutenção freqüente. Quanto mais novo, melhor.
3- Acessibilidade: é importante verificar a proximidade do imóvel à rede de transportes. Quanto mais vias de acesso e tipos de transporte (ônibus, trens, metrô etc.), mais fácil será o dia a dia da família para ir e voltar do trabalho, da escola e de outros locais rotineiros.
4- Vizinhança: este item depende muito do perfil do comprador. Deve-se buscar sempre, de acordo com seus objetivos, a vizinhança que mais lhe agrade. Por exemplo: o baladeiro quer estar próximo à vida noturna; o atleta quer ficar perto de parques e academias; a família com filhos em idade escolar dá prioridade a bairros que tenham boas escolas; casal sem filhos pode escolher morar próximo ao trabalho. Mas deve-se considerar também outras benfeitorias públicas, como áreas verdes e parques. Uma boa vizinhança valoriza o imóvel.
5- Posição em relação ao sol: imóveis com face norte tendem a ser mais iluminados e menos úmidos. Em outras palavras, são mais saudáveis.
6- Documentos: cuidado com a documentação, escritura e registro do imóvel (matrícula). Se tiver alguma dúvida, procure um profissional, por exemplo, um corretor de imóveis. Não dê nenhuma entrada ou parcela de pagamento sem ter certeza que toda documentação está correta.
7- Potencial de valorização: pense no futuro! A implantação de uma nova linha ou estação de metrô próxima pode valorizar muito o imóvel. A construção de um Shopping Center poderá também trazer valorização. Consulte a prefeitura ou sub-prefeitura do bairro para saber se haverá algum projeto de infraestrutura que possa significar desapropriações. Este é o lado negativo de um imóvel para o qual faltou informação na hora da compra.
8- Condições ambientais: cuidado com áreas sujeitas a enchentes, ou seja, locais baixos e próximos a rios e córregos. Verifique também a proximidade com lixões e, particularmente, o passivo ambiental do imóvel. Em outras palavras: cheque se o terreno onde o imóvel foi construído pode ter problemas vindos de ocupações anteriores.
9- Ruídos: tenha certeza de que o barulho não será um problema. Vias com tráfego excessivo, na rota de aviões e helicópteros, próximos a linhas férreas, por exemplo, podem incomodar.
10- Construtora: uma boa construtora trará menos dores de cabeça na futura manutenção do imóvel. Verifique se há reclamações pela internet junto a órgãos oficiais e se há reclamações de atrasos de obras. Pesquise no Procon.
Mas como organizar todos esses itens? A dica do Antonio Lopez, diretor da Hilco Appraisal, é criar um método de pontuação baseado nos “dez mandamentos”: para cada item, atribua uma pontuação de zero a cinco para o imóvel em estudo. “Pontue de acordo com o observado, pelo ponto de vista positivo ou negativo. Melhores características terão pontuação mais próximas de cinco e piores, mais próximas de zero. Com duas ou três opções em estudo você poderá decidir-se com mais segurança”, orienta Lopez.
O diretor faz ainda um último lembrete: “paciência e boas pesquisas aumentam a chance de realizar um bom investimento”.

Fonte: Imovelweb

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